Aaaaah….as eleições!

Gustavo Hoffay – Agente Social

Estando a pouco tempo das eleições para cargos de suma importância no cenário político nacional, já sentimos um gosto amargo de derrota; não por constatarmos uma manipulação de pesquisas pré-eleitorais mas, claramente, pelos rumos tomados pelo processo político. Sinto um gosto de azedo ao assistir pela TV debates de candidatos que , ao contrário de divulgarem os seus planos de governo, basicamente usam o curto porem precioso tempo no horário do Programa Eleitoral Gratuito para massacrarem os seus oponentes, como se não bastasse divulgarem as suas habilidades pessoais para atrair votos de quem irá comparecer frente às urnas. A tentativa de levar a nocaute os seus adversários, torna-se então um insano meio de ganhar votos de um povo iludido e desesperançado. Gosto azedo e, portanto, insuportável, nojento mesmo ao assistirmos degradantes espetáculos de um verdadeiro pugilato em que se tornou aquele programa e principalmente por colocar na berlinda os candidatos que concorrem ao cargo de presidente da república. A situação fica ainda mais amarga quando alguns partidos usam de argumentos históricos de fascistas e medíocres por meio dos seus famigerados militantes, na tentativa de convencerem os eleitores. Também sentimos um gosto insuportavelmente amargo, quando tomamos conhecimento de negociatas e mutretas politicas como a compra e venda de siglas para a garantia de maior tempo de exposição dos candidatos no horário político do rádio e da tv, um gosto azedo quando mais uma vez constatamos a certeza de um futuro incerto para este violentado país e colocado na condição de troféu de uma maratona pela conquista de votos. Os custos de algumas campanhas ultrapassam em muito, muito mesmo, todos os limites dos futuros proventos daqueles que vierem ocupar os cargos que disputam; levando-nos à obvia e ululante conclusão de que o investimento realizado visa não apenas à conquista de uma cadeira e um gabinete no Congresso ou nas assembleias legislativas, mas sobretudo os ganhos indiretos e representados pelos polpudos benefícios, comissões, regalias, favores e….propinas. Mais uma vez o nosso amado Brasil é loteado politicamente e já estamos assistindo a tudo isso enquanto manietados e calados, na certeza de que os nossos futuros representantes políticos, com raras exceções, estarão representando apenas os seus interesses pessoais e até chegar o momento de, novamente, mendigarem votos nas próximas eleições e quando, muito infelizmente, uma reconhecida amnésia em grande parte dos eleitores fará aqueles políticos (?) retornarem aos seus tronos nos palácios legislativos. Enquanto continuamos derramando sangue, suor e lágrimas para sobreviver, aqueles políticos ( não todos evidentemente) e os seus respectivos apaniguados estarão desfrutando do conforto e da segurança do poder ao qual foram alçados. “Quosque tandem (!)” exclamaria Cícero se vivo fosse. Até quando gritaremos? Até quando eleitores servirão de alvo para imagens coloridas impressas em “santinhos” ou na tv e cujas cores disfarçam todo o vazio de não poucos candidatos em termos ideológicos e programáticos? A grande oportunidade de recolocarmos o Brasil nos trilhos da moralidade política e conduzi-lo ao patamar em que merece estar…é agora! Voto consciente, já!

Aaaaah….as eleições!

Gustavo Hoffay – Agente Social

Estando a pouco tempo das eleições para cargos de suma importância no cenário político nacional, já sentimos um gosto amargo de derrota; não por constatarmos uma manipulação de pesquisas pré-eleitorais mas, claramente, pelos rumos tomados pelo processo político. Sinto um gosto de azedo ao assistir pela TV debates de candidatos que , ao contrário de divulgarem os seus planos de governo, basicamente usam o curto porem precioso tempo no horário do Programa Eleitoral Gratuito para massacrarem os seus oponentes, como se não bastasse divulgarem as suas habilidades pessoais para atrair votos de quem irá comparecer frente às urnas. A tentativa de levar a nocaute os seus adversários, torna-se então um insano meio de ganhar votos de um povo iludido e desesperançado. Gosto azedo e, portanto, insuportável, nojento mesmo ao assistirmos degradantes espetáculos de um verdadeiro pugilato em que se tornou aquele programa e principalmente por colocar na berlinda os candidatos que concorrem ao cargo de presidente da república. A situação fica ainda mais amarga quando alguns partidos usam de argumentos históricos de fascistas e medíocres por meio dos seus famigerados militantes, na tentativa de convencerem os eleitores. Também sentimos um gosto insuportavelmente amargo, quando tomamos conhecimento de negociatas e mutretas politicas como a compra e venda de siglas para a garantia de maior tempo de exposição dos candidatos no horário político do rádio e da tv, um gosto azedo quando mais uma vez constatamos a certeza de um futuro incerto para este violentado país e colocado na condição de troféu de uma maratona pela conquista de votos. Os custos de algumas campanhas ultrapassam em muito, muito mesmo, todos os limites dos futuros proventos daqueles que vierem ocupar os cargos que disputam; levando-nos à obvia e ululante conclusão de que o investimento realizado visa não apenas à conquista de uma cadeira e um gabinete no Congresso ou nas assembleias legislativas, mas sobretudo os ganhos indiretos e representados pelos polpudos benefícios, comissões, regalias, favores e….propinas. Mais uma vez o nosso amado Brasil é loteado politicamente e já estamos assistindo a tudo isso enquanto manietados e calados, na certeza de que os nossos futuros representantes políticos, com raras exceções, estarão representando apenas os seus interesses pessoais e até chegar o momento de, novamente, mendigarem votos nas próximas eleições e quando, muito infelizmente, uma reconhecida amnésia em grande parte dos eleitores fará aqueles políticos (?) retornarem aos seus tronos nos palácios legislativos. Enquanto continuamos derramando sangue, suor e lágrimas para sobreviver, aqueles políticos ( não todos evidentemente) e os seus respectivos apaniguados estarão desfrutando do conforto e da segurança do poder ao qual foram alçados. “Quosque tandem (!)” exclamaria Cícero se vivo fosse. Até quando gritaremos? Até quando eleitores servirão de alvo para imagens coloridas impressas em “santinhos” ou na tv e cujas cores disfarçam todo o vazio de não poucos candidatos em termos ideológicos e programáticos? A grande oportunidade de recolocarmos o Brasil nos trilhos da moralidade política e conduzi-lo ao patamar em que merece estar…é agora! Voto consciente, já!

Ajuda para o Lula

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Quem poderia continuar ajudando o Lula e de maneira efetiva é o STF. Pois nessa reta final só atrapalhou. Entre as principais medidas a serem adotadas poderiam rever as condenações de 08/01. Anistia ampla geral e irrestrita. Isso poderia ser combinado entre Lula e o STF. Isso facilitaria a vida de Flávio que não precisaria se desgastar nem com o STF nem com a população. Isso não quer dizer que Lula venceria. A derrota já foi constatada haja visto os números das eleições para os outros cargos. Seria apenas uma forma de sair por cima e de cabeça erguida. E isso vale também para alguns ministros do STF. O prazo de validade dos citados já venceu.

DEBATE???

Tania Tavares – Professora – SP

Lula, tão escolado em participar de eleições ainda teme ir aos debates com outros candidatos? Seu medo era não saber responder às muitas dúvidas sobre :Fraudes no INSS; o caso banco Master; Inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva-Lulinha; Indiciamento do Ministro das Comunicações e….etc

Perderam manés. kkk

Iria de Sá Dodde – Professora – RJ

Lula e Dudu desfilavam nas passarelas como absolutos. Usavam sapatos de cristal que não resistiram ao não das urnas. Só não foram defenestrados ainda no primeiro turno por conta dos insistentes representantes de uma terceira via que , infelizmente , não existe. Nem por isso deixam de arrotar arrogância. Vão perder e feio novamente para o bem do Rio e do Brasil. Perderam manés. kkk

Vergonha!

Tania Tavares – Professora – SP

Qual seria a reação dos apoiadores de Lula, se o artigo do Estadão (A3; 03/10) fosse “Juízes fazem o diabo para ajudar (Lula) Flávio Bolsonaro?

Pensar por conta própria

Diógenes Pereira da Silva*

“Se dois indivíduos estão sempre de acordo em tudo, posso garantir que um deles pensa pelos dois.” A frase atribuída a Sigmund Freud parece ter sido escrita para os tempos atuais, principalmente quando observamos a polarização da política brasileira.

Hoje, discordar de alguém muitas vezes parece uma ofensa. Nas redes sociais, pessoas defendem políticos e partidos como se estivessem defendendo times de futebol. Não basta gostar de um candidato. É preciso atacar quem pensa diferente, como se somente um lado fosse dono da verdade.

Mas democracia não funciona assim. O voto é individual e secreto. Cada cidadão tem o direito de escolher, de acordo com sua consciência, o candidato que considera mais adequado às suas expectativas. E ninguém precisa pedir autorização para votar em A, B ou em quem quiser.

Também precisamos discutir uma questão que considero urgente: a preparação de quem ocupa cargos públicos. É razoável que pessoas responsáveis por elaborar leis, votar orçamentos bilionários e tomar decisões que afetam milhões de brasileiros não tenham nenhuma exigência de qualificação para exercer essas funções? Cabe ao Congresso Nacional discutir seriamente esse assunto e avaliar se não seria necessário estabelecer critérios mínimos de formação e preparo para determinados cargos eletivos. Afinal, administrar o dinheiro público e criar leis exige responsabilidade, conhecimento e capacidade para compreender a complexidade dos problemas do país.

O problema é quando deixamos de pensar e passamos apenas a repetir aquilo que recebemos nas redes sociais. Muitas vezes, compartilhamos acusações e informações sem saber se são verdadeiras. E, quando alguém questiona, vem a ofensa.

É preciso mudar isso. Política não deveria destruir amizades, separar famílias ou transformar vizinhos em inimigos. Podemos discordar de um candidato e continuar respeitando quem vota nele.

Pensar diferente não é falta de inteligência. E concordar com tudo também não é sinal de lealdade. Ter opinião própria exige coragem para questionar até mesmo aqueles de quem gostamos.

A política passa. Os políticos passam. A família, as amizades e o respeito deveriam permanecer.

Votar é um direito. Escolher é uma liberdade. Mas pensar com a própria cabeça é uma responsabilidade de cada cidadão.

*Diógenes Pereira da Silva
Tenente QOR PMMG

Assim que começa….!!!

Tania Tavares – Professora – SP

Primeiro eles vieram e exigiram que um modelo de debates fosse alterado. Me incomodou e não fiz nada. Depois acharam que podiam obrigar a presença de quem não obedecia às regras e não me incomodei… Conseguiram seu objetivo não houve debate. Ou reagimos agora ou não vamos ter a quem reclamar, seremos dominados. Acorda Brasil*!

* o próximo presidente vai escolher 4 ministros para o STF!!!

O sumiço do Príncipe Houdini

Ana Maria Coelho Carvalho – Bióloga

Como já contei anteriormente, tenho uma fazenda nas proximidades de Pirapora. Não dá lucro nenhum, só despesas. Mas, em compensação, é uma fonte incrivel de histórias para contar – todas baseadas em fatos reais, como a que se segue.
Eu tinha algumas vacas e precisava de um boi. Depois da morte do Diamante, o boi bonito e caro que comprei e que morreu uma semana depois por ter ingerido ervas venenosas, tive de tomar uma decisão. Resolvi deixar o Príncipe Houdini, um bezerro nelore puro, filho da Daisy – a vaca de estimação da minha neta Lia – crescer e tornar-se o reprodutor e pai dos bezerrinhos que nascessem por lá.
Ele tem o sobrenome de Houdini , o maior mágico de todos os tempos, por causa do seu nascimento, que foi um espanto e ninguém esperava. Mas o sumiço seria ainda mais espantoso, como se segue.
Acontece que resolvi identificar cada vaca e bezerro com um brinco amarelo, contendo número e nome, para controlar melhor o rebanho. Também passei a fazer uma ficha de cada animal.

Por exemplo, na ficha da Castanha escrevi:

“Número 2. Escura, comprada do vizinho em março/22, já prenha. Chifruda, bate nas outras vacas. Deve dar à luz em setembro ou outubro /22. Sem raça boa, vender quando puder. Observação 1: Ficou bonita depois. Serramos o chifre dela. Bezerro Aladin nasceu em 5/9/22. Grande, branco, mancha na testa, primeiro bezerro nascido na fazenda. Observação 2. Entrou no cio em final de outubro, mas não tinha boi. Observação 3: Cruzou com o boi emprestado do vizinho em julho/ 23.”

É assim, tudo organizado.

Por isso, certa vez, quando fui à fazenda, escrevi o nome dos três bezerros maiores em brincos e pedi ao meu funcionário que os colocasse: Príncipe Houdini, Ouro Verde e Aladin. Na época, o Aladin, filho da Castanha, estava com 11 meses. O Ouro Verde, um boizinho filho da Mixirica, estava com dois anos e oito meses. A mãe era uma vaca sem raça, mas dedicada; o pai era desconhecido, provavelmente um boi gabiru. E o Príncipe Houdini estava com dois anos.

Até aí, tudo certo.

Acontece que, alguns meses depois, quando fui à fazenda, conferi o rebanho no curral. Vi um boizinho com o brinco amarelo escrito “Aladin”. O encarregado da fazenda- outro, não o que havia feito a identificação- disse que aquele era o reprodutor e que já estava cobrindo as vacas.

Completou, para minha surpresa, que não sabia como eu deixei um boi tão ruim para reprodutor: um gabiru, feio, sem raça, de cabeça larga e corpo curto.

Argumentei que o reprodutor que eu havia deixado era bom, um Nelore puro, o Príncipe. E que aquele também não era o Aladin.

Fomos procurar o verdadeiro Aladin.

Lá estava ele, sem o brinco de identificação, correndo feliz em volta da mãe, a Castanha.

Céus, o que tinha acontecido?

Como o Príncipe virou Aladin? Ou melhor: como surgiu aquele Aladin falso?

Passei boa parte da noite pensando no assunto, consultando minhas anotações e olhando fotos dos bezerros. De repente, entendi tudo.

O encarregado anterior era o verdadeiro culpado pela tragédia.

Ele havia trocado as identificações: colocou “Ouro Verde” no Príncipe, “Aladin” no Ouro Verde e deixou o verdadeiro Aladin sem brinco.

Quando comprei algumas vacas naquele ano, o verdadeiro Ouro Verde entrou na negociação, que fiz por telefone. O mesmo caminhão que entregou as vacas, levou o animal identificado como “Ouro Verde” – mas que, na verdade, era o Príncipe.

O encarregado, que tinha acabado de ser contratado, não conhecia o gado e seguiu minhas instruções: entregar o Ouro Verde.

E, como não fico na fazenda, não vi o problema. Nem sequer me despedi do Príncipe.

Entrei em contato com o comprador e pedi que destrocasse os bezerros. Ele ficou comovido com a história, disse que sabia, sim, qual era o Ouro Verde-Príncipe e que faria o possível para fazer a troca.

O problema é que o bezerro já havia sido vendido para um fazendeiro em Três Marias, bem longe dali. Só um caminhão para buscá-lo ficaria em R$2.400,00, o preço de um bezerro.

Daí, com o coração dilacerado, desisti do Príncipe. Afinal, depois de tanta confusão, eu nem sabia se seria ele mesmo que voltaria.

Que seja feliz por lá.

Só não posso contar para a Lia que o Príncipe Houdini fez jus ao nome e desapareceu num passe de mágica.

Mas a história ainda não terminou.

Surgiu outro problema: o que fazer com o boizinho que ficou por lá, feliz da vida e cruzando com as vacas? O que está identificado como “Aladin”, mas, na verdade é o Ouro Verde se passando pelo Príncipe. Agora, além de não ter raça, não tem identidade. Nem sei como chamá-lo.

Transformou-se, sem querer, em um impostor.

Aliás, o nome desta crônica poderia ser O sapo que virou príncipe.

Ou O príncipe que virou sapo.

Ou Impostor por acaso.

Ou mesmo Um sonho acabado.

Até O triste fim do Príncipe Houdini, parafraseando o clássico da literatura O triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, ficaria bem.

Enfim, seguindo orientações, vou ter que castrar o boizinho gabiru – arrancar os testículos, coitado -e deixá-lo engordar para depois vendê-lo.

Oh, mundo cruel!

E continuarei sem boi, pois o Diamante morreu e o Príncipe Houdini desapareceu.

No momento, vou investir meus sonhos no Sansão, um bezerro Nelore puro, acinzentado, de nove meses, filho da Sofia.

E seja o que Deus quiser.

Até os próximos capítulos!

Debates!

Tania Tavares – Professora – SPCaixa de entrada

Que horror! Que medo é este de um púlpito ou cadeira vazia e impedimento de fazer perguntas aos ausentes? Isto é cerceamento da liberdade de expressão!!!